sexta-feira, 20 de julho de 2012
domingo, 8 de julho de 2012
quarta-feira, 11 de abril de 2012
MÃE QUE ORA.
| Imágem da net. |
Porção ilimitada de terno amor
Gestos inexplicáveis, as vezes rir, sentindo dor.
Ações desmedidas em defesa da cria.
Mãe!
Algumas frágeis em aparência,
Outras, rochas alicerces.
Umas doces ternas outras nem tanto,
Pra cada uma, um semblante.
Mãe!
Na madre guardou, fruto que vingou
Nos braços carregou, e no seio alimentou
Nas noites velou o mais inocente sono
Guardiã serás por todos seus dias.
Mãe!
Insubstituivel és e Deus sabia,
Sem uma explicação e em mistério profundo,
Deixa- nos saudades; E partes para outro mundo.
Ah! quisera eu ser Deus, ou ter o seu poder.
Mãe nunca sofria, não sentia dor, nem partia daqui,
deixando seus filhos.
Mas é preciso, pra multiplicação, renovação
Se vai a mãe em matéria, mas se perpetua,
em pensamentos e lembranças eternas.
Eu falo das mães que choram em silencio,
em noites a dentro.
Eu falo de mães não porque pariu!
Falo de mãe que tem compromisso,
que se joga no rio sem saber nadar,
pra salvar a cria; Eu falo de mães de grandes histórias
Mas a que me inspira é a mãe que ORA!.
Autoria de Jôse Lopes
Publicada no Blog em
10.04.2012.
http://contoserimas.blogspot.com.
segunda-feira, 2 de abril de 2012
OVELHA PERDIDA
Imágem do Google.
Esperando eu estou pelo meu Senhor
Contando os dias vou pra encontrar meu Pastor
A angústia da espera me desespera e causa temor
Volta logo SENHOR, Esperando eu estou!
Fui ovelha perdida, solta sem destino
Escapei do aprisco fugi do meu Pastor
Por vales e desertos fiquei a vagar, sem ter esperança
Somente restou-me a saudade do lar.
Caí em armadilhas segui a vagar, sozinha e perdida
sem rumo na vida e sem saber voltar, pro meu lar.
Sozinha estou já não tenho Pastor, quem me achará?
Com a fé em pedaços a esperança se vai.
E nas madrugadas nasce novo alento, ali me acalento
Olho para o céu, grito em silêncio, um grito um clamor
Busca-me Senhor! Aqui eu estou seja meu Pastor.
Pega minha mão estenda-me o perdão Vem logo SENHOR!
Quebra-me as patinhas pra eu não mais andar
Se não for o bastante tira minha visão,
Mas te peço pai, não tira de mim tua salvação.
VEM LOGO SENHOR! ESPERANDO EU ESTOU
TÚ ÉS MEU PASTOR, MEU SALVADOR.
Escrito por Jôse Lopes
Janeiro 2011. às 6:30 da manhã
Postado no Blog em 02.04.2012.
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
VALE
Imágem da NET.
Andando por um vale frio, foram dias obscuros
Precisava tua ajuda pra poder ao monte chegar
Já não via nada e se quer ruídos eu ouvia
Só sentia, uma dor latejante, dilacerando meu peito.
As forças esvaiam-se, assim mesmo, chorei, e clamei
Olhando pro Céu implorei a tua graça, a tua paz
Sentí a tua presença, mas não te ouvia e nem via.
Mas...sei que estás aqui, Acode-me Senhor!
Travei grande luta entre a dor e adescrença
Por um instante parei, e o milagre esperei
Em silencio alí orei, mas em forte brado pedi
Fala comigo SENHOR! mesmo que me repreendas!
Acredito na promessa de que nunca abandonas,
Estende teu braço forte,me ajuda, me resgata,
Fala comigo SENHOR! eu preciso te ouvir!
Tira-me do vale de lágrima, faz nascer a esperança.
Não há força humana que vença, o temido Vale de Baca
Onde as plantas ali choravam, lágrimas mui perfumadas
Os Vales, teem seus mistérios e também as suas dores,
Eu preciso sair daqui, Fala comigo SENHOR!
E sei que me falas, mesmo em silêncio.
Mas eu preciiso te ouvir! Fala comigo SENHOR!
.
Andando por um vale frio, foram dias obscuros
Precisava tua ajuda pra poder ao monte chegar
Já não via nada e se quer ruídos eu ouvia
Só sentia, uma dor latejante, dilacerando meu peito.
As forças esvaiam-se, assim mesmo, chorei, e clamei
Olhando pro Céu implorei a tua graça, a tua paz
Sentí a tua presença, mas não te ouvia e nem via.
Mas...sei que estás aqui, Acode-me Senhor!
Travei grande luta entre a dor e adescrença
Por um instante parei, e o milagre esperei
Em silencio alí orei, mas em forte brado pedi
Fala comigo SENHOR! mesmo que me repreendas!
Acredito na promessa de que nunca abandonas,
Estende teu braço forte,me ajuda, me resgata,
Fala comigo SENHOR! eu preciso te ouvir!
Tira-me do vale de lágrima, faz nascer a esperança.
Não há força humana que vença, o temido Vale de Baca
Onde as plantas ali choravam, lágrimas mui perfumadas
Os Vales, teem seus mistérios e também as suas dores,
Eu preciso sair daqui, Fala comigo SENHOR!
E sei que me falas, mesmo em silêncio.
Mas eu preciiso te ouvir! Fala comigo SENHOR!
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domingo, 20 de novembro de 2011
LEMBRANÇAS
Imágens da net.
Em lugar secreto guardarei,
meus escrito, meus rabiscos,
escondidinhos no canto do peito,
Guardados, estão em silêncio deslumbrante
mas... rasgarei o verso mais perfeito.
Escondo-os em lugar secreto
Que resplandece somente, brilho branco do diamante
e a lembrança, do manuscrito do encontro.
Rasgarei sorrisos, pra perder a dureza do semblante
e a ilusão de amores desmedidos.
Histórias e amores renascem sob escombros,
que esquecidos repousam nos corações,
Pra quê trazer a tona a vitrine?
Se o presente já não deixa que combine
O que resta é lembrar sem desatino
e o amargor do grito da saudade, INFINITA!
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
ADEUS
Ouvi lamentos teus,
Neutralizando, retirando meu sorriso
Sem diálogo partiste,
Sem um "até logo" ou até mais.
Descolorido foi nosso adeus
Mas em preto e branco registrei na memória,
Escondido no mais íntimo lugar da mente,
Trancedendo as lembranças,
Remota chance de começar outra vez
No infinito azul e silencioso do amanhecer
E o despertar, de uma noite de sonhos,
QUE NÃO SONHEI!
Parte de mim contigo levaste
Pensamentos, sentimentos que fundiram-se.
De ti muito restou, seu cheiro impregnado em meu eu
Sua voz que fez morada em meus tímpanos,
E um cacho de pegadas na areia, que recolho a cada manhã
No silencioso azul do amanhecer.
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